leio sim e vou vivendo...

no fim dá tudo certo

“Eu não tenho o hábito da leitura. Eu tenho a paixão da leitura. O livro sempre foi para mim uma fonte de encantamento. Eu leio com prazer, leio com alegria. O meu pai, que perdi aos 3 anos de idade, deixou de herança para nós uma biblioteca fabulosa para os padrões do sertão naquela época. Tinha de tudo. Ibsen, Dostoiévski, Cervantes, Machado de Assis, Euclides da Cunha. Meus tios também viviam comprando livros em Campina Grande para eu ler. Era Eça de Queiroz, Guerra Junqueira e um título do qual me lembro muito, Dodinho, de José Lins do Rego.”

—   Ariano Suassuna em entrevista para a Revista Nova Escola.  (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: escandalos-p-o-e-t-i-c-o-s, via oxigenio-dapalavra)


Happy birthday Jo, thank you for everything.

Happy birthday Jo, thank you for everything.

(Fonte: trecho-de-livros)

“Gosto da forma com que os filósofos destroem conceitos e as teorias que os precederam. Isso tem acontecido há séculos. Não é assim, dizem. É desse jeito. Isto continua sem parar e parece lógica, esta continuidade. O principal problema é que os filósofos devem humanizar sua linguagem, torná-la mais acessível, então os pensamentos se iluminam mais e ficam mais interessantes. Acho que estão aprendendo a fazer isso. A simplicidade é essencial.”

—   Charles Bukowski (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

“Quantas gerações serão necessárias para que as pessoas parem de olhar somente para os próprios umbigos e comecem a se importar com o que acontece às suas voltas? É difícil se permitir sentir compaixão? É tão difícil se comover com a dor do outro? É difícil estender a mão? É difícil apenas dar um abraço? Porque não olhamos a nossa volta? Porque não percebemos quem realmente precisa apenas de uma palavra? Quantas gerações ainda serão necessárias apenas para perceber que um simples gesto mudaria tudo.”

—   Florejus & Recontador.  (via escrevinhar)

(via escrevinhar)

“Gostava de passar muito tempo sozinha, não que preferisse a tal solidão, mas sempre foi mais agradável à companhia de seus fones de ouvidos, ao invés de conversas desinteressantes, com pessoas que nem sequer se importavam saber de verdade se ela estava bem.”

—   Os Segredos de Charllote.   (via inverne-ar)

(Fonte: alvorado, via inverne-ar)

filmesquefalam:

The Grand Budapest Hotel (2014).

(via ladrilho)